15 de julho de 2013

Soneto semibreve

Eu hei de convir
Com todo cuidado
Como que ao seu lado
Que jamais esqueci

O calor de me sentir
Diariamente amado
Às vezes desprezado
E até querendo fugir

Por entre suas
Tão nossas peças
De manhã e noites

De quando sempre nuas
Chances de conversas
Foram açoites!

2 comentários:

  1. "De quando sempre nuas
    Chances de conversa
    Foram açoites"
    Sensacional poeta, suavemente cortante!

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